quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sonâmbulo

Amo-te.
e, enquanto dormes
o sono dos anjos mais singelos,
fico solitário velando tua calma de flor.

Quase ouvindo-te respirar,
e minha mão num quase-toque
vai roçamdo falsamente tua pele
com receio que qualquer coisa se desmanche tal uma nuvem.

Ensaio.

(à Shirlen)

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